Na busca por uma cidade sustentável

Postado por: admin | Artigos | quarta-feira 15 fevereiro 2012 15:14

Todos os países desenvolvidos aspiram ter a primeira cidade alimentada unicamente por energias renováveis para aumentar os níveis de conforto do meio ambiente e de saúde. Já existem algumas na Europa, América e Austrália às portas de consegui-lo

Isabel Martínez Pita / Agência EFE

A cidade sueca de Malmo foi uma das que já se transformou em referência mundial de recuperação urbanística sustentável. Além disso, existem cidades como Copenhague que deve ser, em 2025, a primeira alimentada por energia eólica e com veículos que funcionem com eletricidade ou hidrogênio.

A pequena cidade portuária de Frederikshavn, na Dinamarca, quer ser, no ano de 2015, a primeira cidade no mundo cem por cento de energia renovável, mediante energia eólica, solar, biogás e reciclagem de resíduos.

Na Austrália, a cidade de Adelaide prevê a neutralidade de carbono para o ano de 2020, enquanto Newcastle, na Grã-Bretanha, tem como meta ser sustentável até 2025.

A cidade americana de Phoenix, no Arizona, espera uma redução de 70% nas emissões de gás para os próximos anos e, dessa forma, se transformar na primeira cidade americana “zero carbono”.

Ideias originais, com grandes projetos

Embora estas metas estejam distantes, já se começaram a instalar sistemas de energias limpas para grandes áreas de população. Muitas delas participam de programas urbanísticos voltados para se conseguir cidades sustentáveis. Além da economia de energia necessária, fatores como saúde e higiene começam a ser questões de urgência.

Nestes projetos tem muito que ver a arquitetura e o modelo de casas que garantam o maior aproveitamento de energia, pois de pouco serve instalar placas solares ou usar a energia de resíduos se paredes, janelas e o modelo da construção não é o apropriado.

Os arquitetos Rosa Cervera e Javier Pioz se dedicam há mais de duas décadas à construção de prédios inteligentes nos quais se aproveitam as energias limpas e se cuida para que o modelo não seja apenas prático, mas também sustentável e agradável.

Cervera e Pioz começaram a trabalhar neste campo no ano de 1984, na Universidade da Colômbia, uma corrente herdeira da que nasceu na Rússia e nos Estados Unidos nos anos 60 que se chamou biônica. A biônica analisa seres vivos para conhecer seu funcionamento e aplicar esse engenho no campo da indústria.

Na arquitetura Rosa e Javier são pioneiros em aplicar as técnicas biônicas. “Nós observamos como a natureza constrói e, uma vez que temos esse conhecimento, o extrapolamos para nossos edifícios. Todos os seres vivos têm uma máxima que é economizar material e energia. Como a natureza não pode fabricar grandes colunas de metal nem concreto recorre, com muito pouco material, a geometrias muito peculiares que são muito eficientes e resistentes. Com essa filosofia o que desenvolvemos em nossos prédios são estruturas que têm geometrias diferentes das comerciais, além disso, economizamos material de construção e somos sustentáveis”.

Curiosos mecanismos que funcionam de forma natural a fim de reservar e preservar a energia como os utilizados pelas flores que se abrem de dia para receber a energia do sol e de noite se fecham para armazená-las. (mais…)

NORGREN Conquista Certificação OHSAS 18.001

Postado por: admin | Informações | terça-feira 7 fevereiro 2012 14:52

O crescimento sustentável de uma empresa está diretamente ligado aos caminhos que ela escolhe, bem como a colaboração e o esforço conjunto.

A Norgren, uma das maiores e mais sólidas empresas do setor de automação industrial do país, acaba de receber a certificação do seu sistema de gestão para norma OHSAS 18001:2007 (Segurança e Saúde no trabalho), por concessão do órgão certificador BSI, essa conquista revela a qualidade, o compromisso e a transparência como a organização responde às suas demandas.

A norma OHSAS 18.001:2007, permite às organizações controlar as situações de perigos existentes e melhorar continuamente seus processos, com a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, redução de riscos e o bem estar dos colaboradores e demais partes envolvidas .

Atendendo esta norma, a Norgren dá mais uma passo em seu histórico de realizações e competências adquiridas , visto que a empresa mantém outras certificações como parte integrante de seus negócios : ISO 9001:2008 (Qualidade), ISO TS 16.949:2009 (Qualidade Automotiva) e ISO 14.001:2004 (Meio Ambiente).

Federação paulista mostrará avanços em ações sustentáveis na Rio+20

Postado por: admin | Artigos | quinta-feira 2 fevereiro 2012 12:56

São Paulo – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) deve levar à Conferência das Nações Unidas Rio+20, que será realizada em junho, no Rio de Janeiro, resultados positivos de ações sustentáveis realizadas por setores da cidade de São Paulo como a indústria, sociedade e governo.

Segundo o presidente do Conselho Superior de Meio Ambiente (Cosema) da FIESP, Walter Lazzarini, a ideia é que o estado de São Paulo tenha uma postura não defensiva. “É importante mostrar o que a FIESP tem feito ao longo desses anos, especialmente os prêmios Mérito Ambiental e Reúso da Água, que divulgam as iniciativas positivas e sustentáveis”, explicou Lazzarini em uma reunião do Cosema, realizada na última terça-feira (31/1), que teve a presença do secretário municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, Eduardo Jorge Alves Sobrinho.

“A presença do secretário Eduardo Jorge tem por finalidade aproximar o Cosema das autoridades públicas para que haja um diálogo direto”, disse Lazzarini, acrescentando que há um grande interesse de diversos setores na união de esforços para que o posicionamento dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e do Brasil seja o mais adequado possível.

INICIATIVAS – Durante a reunião, Eduardo Jorge apresentou dados e resultados positivos de iniciativas que reduziram o uso de combustíveis fósseis, como os ônibus do sistema de transporte público EcoFrota, que utilizam 20% de biodiesel. Ele também citou as experiências bem-sucedidas com usinas de biogás nos aterros sanitários de São João, zona leste de São Paulo, e de Bandeirantes, o maior da América Latina.

“O mais importante é mostrar no Rio+20 que é possível agir. E se São Paulo pode fazer, qualquer outra cidade também pode, porque nenhum outro lugar é mais difícil do que essa cidade”, disse o secretário.

De acordo com informações mostradas por ele, foram plantadas 541.043 árvores em 2010 ante 37.855 plantios em 2005, crescimento que representa “uma média de 200 mil árvores plantadas por ano na cidade.”

LIXO E RISCO – Apesar de boas notícias no âmbito de soluções sustentáveis, alguns números ainda preocupam. Segundo o secretário, a cidade de São Paulo coleta 15 mil toneladas de lixo por dia. “Isso nos leva ao desafio de reduzir a produção de lixo.” E desafio ainda maior, pontuou, é o de retirar as famílias de 28.933 moradias instaladas em áreas de risco alto e muito alto. “Destas, 1.132 moradias precisam ser retiradas sem adiamento.”

Fonte: Agencia CNI



Sustentabilidade: tentativa de definição

Postado por: admin | Artigos | quarta-feira 25 janeiro 2012 10:03

Há hoje um conflito entre as várias compreensões do que seja sustentabilidade. Clássica é a definição da ONU, do relatório Brundtland (1987): “desenvolvimento sustentável é aquele que atende as necessidades das gerações atuais sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem suas necessidades e aspirações”. Este conceito é correto mas possui duas limitações: é antropocêntrico (só considera o ser humano) e nada diz sobre a comunidade de vida (outros seres vivos que também precisam da biosfera e de sustentabilidade). Tentarei uma formulação o mais integradora possível.

Sustentabilidade é toda ação destinada a manter as condições energéticas, informaconais, físico-químicas que sustentam todos os seres, especialmente a Terra viva, a comunidade de vida e a vida humana, visando à sua continuidade e ainda a atender as necessidades da geração presente e das futuras de tal forma que o capital natural seja mantido e enriquecido em sua capacidade de regeneração, reprodução e coevolução.

Expliquemos, rapidamente, os termos desta visão holística.

Sustentar todas as condições necessárias para o surgimento dos seres: estes só existem a partir da conjugação das energias, dos elementos físico-químicos e informacionais que, combinados entre, si dão origem a tudo.

Sustentar todos os seres: aqui se trata de superar radicalmene o antropocentrismo. Todos os seres constituem emergências do processo de evolução e gozam de valor intrínseco, independetente do uso humano.

Sustentar especialmente a Terra viva: a Terra é mais que uma “coisa” (res extensa) sem inteligência ou um mero meio de produção. Ela não contém vida. Ela mesma é viva, se autorregula, se regenera e evolui. Se não garantirmos a sustentabilidade da Terra viva, chamada Gaia, tiramos a base para todas as demais formas de sustentabilidade.

Sustentar também a comunidade de vida: não existe, o meio ambiente, como algo secundário e periférico. Nós não existimos: coeexistimos e somos todos interdependentes. Todos os seres vivos são portadores do mesmo alfabeto genético básico. Formam a rede de vida, incluindo os microrganismos. Esta rede cria os biomas e a biodiversidade e é necessária para a subsistência de nossa vida neste planeta.

Sustentar a vida humana: somos um elo singular da rede da vida, o ser mais complexo de nosso sistema solar e a ponta avançada do processo evolutivo por nós conhecido, pois somos portadores de consciência, de sensibilidade e de inteligência. Sentimos que somos chamados a cuidar e guardar a Mãe Terra, garantir a continuidade da civilização e vigiar também sobre nossa capacidade destrutiva. (mais…)

Brasil quer que pessoas com deficiência participem dos debates da Rio+20

Postado por: admin | Informações | segunda-feira 16 janeiro 2012 8:47

Brasília – A menos de cinco meses da Conferência Rio+20, no Rio de Janeiro, que ocorrerá de 13 a 22 de junho, a presidenta Dilma Rousseff determinou que os debates garantam o acesso às pessoas com deficiência e aos representantes de entidades civis organizadas. A ideia é transformar a Rio+20 na maior conferência mundial sobre preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e economia verde, definindo um novo padrão para o setor.

Pelo menos 100 presidentes da República e primeiros-ministros são esperados, além de 50 mil credenciados. Os demais números referentes às pessoas que trabalharão no evento – direta e indiretamente – e visitantes ainda estão sendo calculados.

Às voltas com a organização da conferência, o diplomata Laudemar Aguiar, secretário nacional do Comitê Nacional da Rio+20, finaliza os preparativos dos locais onde ocorrerão todos os eventos. Paralelamente, ele coordena o processo de licitações envolvendo todos os segmentos do encontro. Em entrevista à Agência Brasil, Aguiar disse que o desafio é correr contra o tempo e realizar tudo o que está planejado.

“Queremos assegurar que todos consigam se deslocar com o máximo de facilidade possível. Também vamos garantir que pessoas com deficiência e entidades civis participem dos debates. As discussões centrais ocorrerão no Riocentro [na Barra da Tijuca, zona oeste], mas há programações no centro do Rio e também no Flamengo [zona sul]”, disse Aguiar.

De acordo com o secretário nacional da Rio+20, o objetivo é fazer com que a conferência gaste o mínimo de papel, atuando de forma coerente com a chamada economia verde, e ao mesmo tempo garanta maior participação física e virtual dos interessados nos temas debatidos. “É um desafio. Mas estamos trabalhando incansavelmente para atingir essas metas”, acrescentou.

A Rio+20 ocorre duas décadas depois de outra conferência que marcou época, a Rio 92. O objetivo agora é definir um modelo internacional para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, mas com foco na melhoria da qualidade de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, a economia verde e o desenvolvimento sustentável para uma governança mundial.

A conferência conta com o apoio e o comando da Organização das Nações Unidas (ONU). O secretário-geral do encontro é o diplomata chinês Sha Zukang. A presidenta da conferência é Dilma Rousseff.

Fonte: http://envolverde.com.br



BID financiará projeto para que empresas brasileiras controlem poluição

Postado por: admin | Informações | sexta-feira 6 janeiro 2012 12:41

O projeto no valor de US$ 2,8 milhões tem como objetivo ajudar 200 pequenas e médias empresas a medir suas emissões de dióxido de carbono

Agência EFE

O Fundo Multilateral de Investimento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lançará um projeto conjunto no valor de US$ 2,8 milhões para que empresas brasileiras possam controlar suas emissões de gases poluentes, informou nesta quinta-feira a instituição.

O programa é uma parceria do BID com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e tem como objetivo ajudar 200 pequenas e médias empresas a medir e gerir o lançamento de gás carbônico (CO2) no meio ambiente.

O projeto proporcionará apoio técnico para que os empresários possam calcular as emissões e identifiquem oportunidades de negócio. A ABNT, uma associação sem fins lucrativos, certificará as emissões de acordo com as normas internacionais.

O BID informou que esta é a primeira iniciativa desse tipo que inclui pequenas e médias empresas no Brasil. A proposta é que elas também administrem seus impactos no meio ambiente e que exista um órgão certificador.

“Equipadas com melhores ferramentas, as pequenas e médias empresas do Brasil não ficarão à margem da crescente economia verde da região”, indicou o chefe do projeto por parte do BID, Zachary Levey.

O BID acredita que este projeto contribuirá para fortalecer a liderança do Brasil em ações contra a mudança climática e modernização das empresas.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com



Feliz Natal e um Próspero 2012!

Postado por: admin | Artigos | domingo 25 dezembro 2011 0:00



Comunicação como estratégia de sustentabilidade empresarial

Postado por: admin | Artigos | segunda-feira 12 dezembro 2011 10:24

Com a escassez de recursos naturais que vivemos atualmente, a palavra sustentabilidade virou sinônimo de sobrevivência, não só para o planeta e seus habitantes, mas principalmente, para as empresas que querem garantir rentabilidade aliando responsabilidade ambiental e ações de cidadania. O crescimento mundial – populacional e econômico – não é sustentável! Portanto, o desafio das companhias é reinventar-se para alçar o desenvolvimento, crescer transformando a realidade presente em melhoria global.

Originariamente sustentabilidade tem a ver com longevidade, com mudança de hábitos e de cultura, com resiliência e superação, isto é, com a capacidade de se transformar para sobreviver às intempéries e evoluir com a natureza. Hoje, no entanto, ser um negócio sustentável virou uma espécie de modismo e o conceito vem sendo empregado, inclusive, por aqueles cujas práticas não correspondem integralmente à proteção ambiental ou à qualidade de vida das comunidades envolvidas nem com a longevidade do negócio.

Medidas simples como reciclagem, destinação adequada de resíduos, produtos tóxicos e restos de matéria-prima e o reuso de materiais podem fazer alguma diferença nos aspectos ambientais, mas para a construção de diretrizes realmente sustentáveis é preciso implementar soluções e estratégias de sustentabilidade empresarial, entre elas a comunicação. Mais que boa vontade, é preciso ter uma espinha dorsal alicerçada em conceitos, práticas e resultados, que torne sustentável também a cadeia de suprimentos e fornecedores.

No Brasil, a maioria das ações de sustentabilidade ainda está engatinhando. Teremos que nos esforçar muito mais para conciliar nosso processo produtivo com a preservação do meio ambiente e da sociedade como um todo. O caminho é o equilíbrio entre pessoas, natureza e negócios, num jogo de ganha-ganha, em que todas as partes se beneficiem e, neste aspecto, a comunicação é imprescindível.

Como não é possível, no curto prazo, mudar a organização inteira, é preciso escolher dentre as áreas, as mais críticas, para criar uma situação favorável às mudanças e transformar cada caso em oportunidade e esperança de um futuro melhor. Para conseguir êxito nas medidas de desenvolvimento sustentável, em primeiro lugar, é preciso conscientizar a base da pirâmide produtiva sobre a urgência das ações em defesa do meio ambiente e suas consequências na vida das pessoas. A capacitação sobre práticas de sustentabilidade, para o quadro funcional e fornecedores desenvolverem suas atividades, também faz parte da estratégia de desenvolvimento sustentável. Faz-se necessário ainda, compartilhar informações sobre responsabilidade socioambiental e trocar experiências com objetivo de transformação cultural.

Instrumentos de comunicação permitem construir e melhorar a imagem de uma empresa, entidades e públicos internos e externos. Até mesmo influenciar consumidores e ganhar novos seguidores. Também possibilita que as empresas posicionem-se em seu mercado de atuação. Alcançar a meta desejada depende de uma estratégia bem elaborada e que caiba no bolso do investidor. Para fazer parte do alinhamento estratégico ligado aos preceitos de sustentabilidade, a comunicação deve obrigatoriamente estar focada ao pensamento, aos negócios e aos objetivos do empreendimento.

Tomemos casos de sucesso no “Planejamento Estratégico de Sustentabilidade Empresarial”, como o da Natura, por exemplo, que obedecem as diretrizes de: responsabilidade para com as gerações futuras; educação ambiental; gerenciamento do impacto ao meio ambiente; do ciclo de vida de produtos e serviços; e da minimização de entradas e saídas de materiais. (mais…)

Revista Pump&Systems publica artigo técnico da Teadit na seção FSA Sealing Sense

Postado por: admin | Artigos | quarta-feira 7 dezembro 2011 12:37

Este mês, a revista americana Pump&Systems publicou artigo de autoria do Engenheiro Alcides Ferreira, Coordenador de Desenvolvimento da Teadit Brasil e pelo Engenheiro de Aplicação de Produto da Teadit North America Guenther Keith . O texto aborda ‘Como a expansão térmica do PTFE influencia na selabilidade das gaxetas’.

Os autores reafirmaram os benefícios do PTFE, porém ressaltaram algumas propriedades mecânicas indesejáveis, como o limite, em certas aplicações, no que tange à temperatura. Entretanto, Alcides e Keith explicam que essas situações limítrofes podem ser contornadas parcialmente assegurando selabilidade, desde que tome certas atitudes para assegurar essa característica.

Algumas medidas, como lubrificantes e flush system installation podem ser aplicadas para manter a temperatura do sistema de vedação estável e evitar a expansão térmica do PTFE. A adição de fillers também pode ser uma solução, aumentando a estabilidade térmica da PTFE.
 
Leia o artigo na íntegra clicando no link ao final desta página e confira como a expansão térmica do PTFE apresenta influência importante no desempenho do engaxetamento.
 
FSA Sealing Sense – How does thermal expansion influence the application of PTFE packing?



2011 está entre os anos mais quentes já registrados

Postado por: admin | Informações | segunda-feira 5 dezembro 2011 8:27

Ano é o 10º ano mais quente desde que começaram os registros em 1850, segundo a Organização Meteorológica Mundial

Agência EFE

As temperaturas registradas na Terra em 2011 estão entre as mais altas desde que as medições começaram a ser realizadas em 1850, afirma relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). A conclusão é o destaque da versão preliminar da declaração anual da OMM sobre o estado do clima mundial, que foi apresentada na 17ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP17), na cidade sul-africana de Durban.

“Nossos dados científicos são sólidos, demonstram que o mundo está se aquecendo e que este aumento de temperatura é atribuído às atividades humanas”, disse em comunicado o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud. De acordo com o cálculo provisório da organização, durante 2011 (entre janeiro e outubro), a temperatura do ar na superfície da Terra e do mar se situou em 0,41 grau centígrado acima da média anual do período entre 1961 e 1990.

“Este é o 10º ano mais quente desde que começaram os registros em 1850″, ressalta o documento. Além disso, o período 2002-2011 se iguala ao de 2001-2010 como a década mais quente registrada até o momento, com 0,46 grau centígrado de aumento de temperatura.

Baseado nestes números, o subsecretário-geral da OMM, Jeremiah Lengoasa, disse durante a apresentação do relatório que “a mudança climática é real” e que “as temperaturas continuarão subindo”. Já Jarraud destacou que “a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera alcançou novos máximos”.

“Essa concentração está se aproximando muito rapidamente de níveis que poderiam refletir um aumento de 2 a 2,4 graus centígrados na temperatura média mundial, o que de acordo com os cientistas poderia desencadear mudanças irreversíveis e de amplo alcance em nosso planeta, assim como em nossa biosfera e oceanos”, acrescentou.

A versão final do texto, referente aos primeiros dez meses de 2011, será publicada em março, uma vez seja conhecida a evolução da temperatura em novembro e dezembro deste ano.

O relatório da Organização Meteorológica Mundial se baseia em dados procedentes de estações de estudo do clima, navios, boias e satélites. EFE

Fonte: http://epocanegocios.globo.com



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